16

jan

Mascote da “Charlie Hebdo” sobrevive a atentado terrorista

Mascote da “Charlie Hebdo” sobrevive a atentado terrorista

O ataque ao jornal Charlie Hebdo, em Paris, já completou uma semana e ainda gera muita comoção e revolta em todo o planeta. A forma e a motivação por trás do fato intensificaram ainda mais o sentimento de que o extremismo religioso e a intolerância devem ser banidos do planeta para construirmos uma sociedade mais justa e compreensiva.

A jornalista Sigolène Vinson, única sobrevivente do atentado, concedeu uma entrevista ao jornal francês “Le Monde”. Na conversa, ela contou que a redação tinha uma mascote, a cachorrinha Lila, uma cocker spaniel que também não foi fatalizada no fatídico 7 de janeiro.

Sigolène afirmou que, no dia do acontecido, durante a reunião de pauta com os profissionais do periódico, Lila estava deitada aos pés do seu favorito, Jean Cabut. O animalzinho costumava acompanhar as reuniões. Quando a dupla assassina entrou, a cachorra saiu assustada da sala e começou a correr entre os escritórios.

Ela voltou ao ambiente com os corpos ensanguentados e, suja de vermelho, permaneceu com os mortos até a chegada da polícia. O bichinho sempre foi companheiro de toda a equipe da redação e, por isso, ganhou status de “mascote” do jornal.

Na tão esperada edição do Chalie Hebdo após o lamentável ocorrido, a jornalista Sigolène Vinson lembrou do papel desempenhado por Lila à equipe da publicação, ressaltando o carinho especial que Cabu tinha pela pet.

Fonte: Correio Braziliense 

 

Comentários
TAGS